sábado, 25 de fevereiro de 2012

Capítulo 8 de Sweet Slave postado!




Capítulo 8

Edward não se surpreendeu ao encontrar uma carranca esperando-o na sala de jantar.
Há dois dias Bella tratava-o como um pária, e tinha motivos para isso. Edward ordenara que se preparasse para acompanhá-lo em um evento promovido pelos Volturi, mesmo com a recusa da garota.
O mal fadado dia havia chegado. E, talvez por esse motivo, Bella estava ainda mais fechada e azeda do que de costume.
Edward suspirou enquanto sentava-se no lugar de sempre, sem se dar ao trabalho de ordenar a Swan para sentar na cadeira mais próxima a ele. Estava deveras exausto com toda aquela atitude irritadiça, assim como Bella provavelmente estava cansada da vida que levava ao lado dele. O rapaz queria um pouco mais de tranqüilidade, mas não sabia como estabelecer tal coisa, uma vez que não conseguia mudar a sua postura fria e, por vazes, agressiva. Já estava tão enraizado em seu interior ser alguém que mantinha as pessoas afastadas!
-Alexandrina contratou os serviços de uma profissional para deixá-la impecável hoje. Ela chegará por volta das duas da tarde e fará cabelo, maquiagem... Coisas de mulher. Fica ao seu critério escolher o que deseja.
-Desejo não ir a esse evento! –Esbravejou, olhando para o Cullen com raiva. A explosão da menina, no entanto, não afetou o Cullen como era esperado.
-Você vai. –Disse Edward com uma expressão impassível no rosto. A obstinação da Swan em se livrar daquela obrigação o cansava. Em contrapartida, vendo que Edward não mudaria de ideia, Isabella foi se desesperando.
-Por que está fazendo isso comigo? Sabe que eu odeio Aro Volturi! Por que você...
-Eu também o odeio, se isso serve de consolo. Por mim eu não iria a lugar algum em que ele estivesse. –Retorquiu Edward com azedume, ganhando assim a atenção de Bella.
-Então por que ir? –Bella não entendia aquela estranha criatura. Edward parecia, ao confessar tais coisas, ser um tipo masoquista que gostava de fazer o que odiava.
-Eu tenho obrigações para com ele, assim como você tem obrigações comigo. Devo ir, mas quero uma companhia.
-E por que a minha? Deve haver companhias melhores por ai. Além disso, você vai estar cercado de conhecidos. –Tentou argumentar a fim de dissuadi-lo. O olhar que o Cullen lançou a menina conseguiu, de algum modo, calá-la. Não era hostil ou indiferente, marcas características de Edward, e sim quase... Gentil.
-Não consigo pensar em uma companhia melhor do que a sua. –Bella não conseguiu pensar em nada após aquelas palavras. E Edward não demorou a assumir a postura irônica de sempre. –Você me odeia e demonstra isso. Ao menos é sincera se comparado às pessoas com quem eu ei de me encontrar.
Antes que mais uma palavra fosse trocada entre os dois, o celular do Cullen toca e ele prontamente retirou-se da mesa para atender a ligação.
-Cullen falando.
-E ai boiola? Saindo para o trabalho? –Emmett, do outro lado da linha, rugiu.
-Emmett ligando a essa hora da manhã? Por um acaso está do outro lado do mundo? –Ironizou o Cullen, lembrando-se que o primo trocava o dia pela noite, acordando às duas da tarde quase todos os dias.
-Eu já disse que virei um homem de bem, porra! Estou trabalhando com o meu sogro.
-Então está na casa dos pais da Rose... E está trabalhando... Quem é você e o que fez ao meu primo? –Brincou Edward, reprimindo uma gargalhada.
-Sai fora! Eu disse que faria tudo pela minha branquinha e o meu campeão e estou cumprindo!
-Então já sabe o sexo. É mesmo um menino?
-Sim! Você precisa ver a ultrassonografia cara! O moleque é mesmo o meu filho, tem um membro maior que as duas perninhas! Meu orgulho cara! –E Edward riu a valer. Era difícil manter a seriedade com um tipo como Emmett em sua vida.
-Não vá se meter em confusão. Procure se dedicar a esse trabalho e, assim, dar orgulho a sua mulher e filho. –Aconselhou.
-É, to sabendo! Preciso desligar. O patrão já está me olhando torto. Um beijo na sua boquinha carnuda gato! –Brincou Emmett. –Ah, e como está a garota que você comprou? Dando muito prazer como só uma puta vietnamita sabe fazer? –Perguntou maldoso ao Cullen. Edward suspirou.
-Ela está bem e eu tenho mais o que fazer. –Desligou, voltando a sala de jantar.
Bella o olhava com curiosidade, desejando saber o que causara a gargalhada ouvida, instantes atrás. Ela sequer sabia que o rapaz tinha a capacidade de fazer algo assim. E Edward estranhou a expressão no rosto da Swan, não mais agressiva; ela parecia estudá-lo. 
-Preciso ir trabalhar. Esteja pronta quando eu chegar, pois não costumo demorar a me arrumar. –Muito embora tivesse total liberdade para fazer o que quisesse com a menina, e muitas vezes se aproveitou deste fato, foi com muita cautela e certa timidez que o rapaz se aproximou de Isabella. Com uma mão, ergueu o rosto da pequena e depositou nos lábios róseos um cálido beijo.
Saiu do apartamento sem olhar para a Swan, encabulada, ou para os empregados que acompanharam a cena, abismados.
...

Leia o restante do capítulo aqui.


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Trechos do cap 8 de Sweet Slave




Trechos do Capítulo 8

Edward não se surpreendeu ao encontrar uma carranca esperando-o na sala de jantar.
Há dois dias Bella tratava-o como um pária, e tinha motivos para isso. Edward ordenara que se preparasse para acompanhá-lo em um evento promovido pelos Volturi, mesmo com a recusa da garota.
O mal fadado dia havia chegado. E, talvez por esse motivo, Bella estava ainda mais fechada e azeda do que de costume.
Edward suspirou enquanto sentava-se no lugar de costume, sem se dar ao trabalho de ordenar a Swan para sentar na cadeira mais próxima a ele. Estava deveras exausto com toda aquela atitude irritadiça, assim como Bella provavelmente estava cansada da vida que levava ao lado dele. O rapaz queria um pouco mais de tranqüilidade, mas não sabia como estabelecer tal coisa, uma vez que não conseguia mudar a sua postura fria e, por vazes, agressiva. Já estava tão enraizado em seu interior ser alguém que mantinha as pessoas afastadas!

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-Preciso ir trabalhar. Esteja pronta quando eu chegar, pois não costumo demorar a me arrumar. –Muito embora tivesse total liberdade para fazer o que quisesse com a menina, e muitas vezes se aproveitou deste fato, foi com muita cautela e certa timidez que o rapaz se aproximou de Isabella. Com uma mão, ergueu o rosto da pequena e depositou nos lábios róseos um cálido beijo.
Saiu do apartamento sem olhar para a Swan, encabulada, ou para os empregados que acompanharam a cena, abismados.

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-Onde ela está? –Mal perguntou e vislumbrou a Swan saindo do closet, pronta para o evento. Usava o vestido prateado com cortes simétricos que ele comprara, deixando cada curva do seu corpo deliciosamente evidente. Estava mais alta, graças aos sapatos de salto fino dourados que usava minimamente vistos devido ao comprimento do vestido. A maquiagem era pesada nos olhos e leve nos lábios, dando a Swan uma aparência exótica, completada pelos cabelos escovados e penteados para trás.
-Está linda. –Deixou escapar, com os olhos percorrendo cada porção de pele da menina. Isabella, atordoada por um olhar tão predatório, preferiu fitar o chão.

...

-Devemos ir. –Pegou a mão de Isabella sem aviso, segurando-a gentilmente, e os dois seguiram até a garagem do prédio, para logo mais irem ao Hilton Hotel.
Enquanto Edward sentia a tensão aumentar a medida que chegavam ao local do evento, Bella sentia-se incomodada. Não, o incômodo não era pelo fato de que teria de lidar com o Volturi que a prejudicara, mas sim com o calor sentido na mão esquerda que fora segurada por Edward até então.

...

-Lembre-se Swan: é a minha namorada aos olhos de todos os que não a conhecem intimamente, como Aro e eu. Deve agir como tal, ou prefere ser tachada como uma daquelas patéticas mulheres que eu apontei?
Isabella ficou em duvida. Ser tachada de brinquedinho sexual de Edward parecia quase agradável se comparado a alcunha de namorada. Fosse o que fosse, a menina se calou, deixando nas mãos de Edward a decisão. O Cullen captou a mensagem e sorriu vitorioso, capturando novamente a mão da menor.
-Boa menina. –Disse, indo finalmente em direção ao local onde o anfitrião da festa, Aro Volturi, estava.  

...

-Ah, minha querida, como pode me culpar pelos recentes eventos ocorridos em sua vida? Assim você me deixa triste. Você sabe, mais do que ninguém, quem é o culpado. O ex-policial Charlie Swan é realmente um homem fraco, não é? –A piedade fingida do Volturi não incomodou a Swan, absolutamente. Suas palavras, contudo, foram devastadoras. Ao invés de replicar as palavras atrevidas, Bella ficou calada. Como poderia dizer algo em favor do pai, se Aro estava certo? O inferno que vivia tinha um culpado e Bella preferiu, durante todo este tempo, culpar Aro ou Edward; até ela mesma foi incluída na lista negra. Pelo bem de sua sanidade, ela nunca culpou o pai por tudo isso. Ele só tinha a ela e se Isabella o culpasse, Charlie estaria realmente só. Bella era altruísta demais para abandonar o único ente querido que restava. Ela continuaria a viver pelo bem de seu pai, mesmo que Charlie continuasse a não retribuir o seu amor e dedicação.
-Preciso ir ao toalete. –Murmurou Isabella, desfazendo-se do aperto em sua mão e seguindo para qualquer direção.  

...

-Hei, vai ficar aqui? –Perguntou, estranhando os modos do rapaz. Ele virou-se para encará-la e sorriu.
-Também sou avesso a multidões. Na verdade eu estava vindo para cá fazer justamente o que você fez. –Não voltou a olhá-la, parecendo mais interessado em olhar para as luzes ao longe do parque industrial. De esguelha, Isabella avaliou o rapaz. Pouco mais velho que ela, pele excessivamente branca, cabelos loiros acima do ombro. Vestia-se bem com um smoking diferente do usual.
Ficaram em silencio por incontáveis minutos. A presença do rapaz, longe de chateá-la, causava certo conforto. Vestiu o paletó ofertado por ele, sentindo uma fragrância de tabaco e algum perfume caro. Pela visão periférica viu o desconhecido ficar de lado e, com a mão estendida, olhá-la.
-Muito prazer. Sou Caius.

...

Para onde a menina havia ido?
Ordenara a Isabella que permanecesse sentada em uma das mesas, mas não a encontrou quando decidiu procura-la. Na verdade Edward não conseguia encontra-la em lugar algum e, por ser muito solicitado pelos convidados, sequer poderia dedicar-se unicamente a procura-la.
Teria Isabella aproveitado o momento para fugir? Era uma possibilidade. Mas Edward duvidava desta hipótese, uma vez que a menina não abandonaria o pai dessa forma. Por qual outro motivo, então, Bella desapareceria?
Caius.

CONTINUA...

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Prévia do capítulo sete de Sweet Slave






Capítulo 7


-Então está vivo... Já estava entregando meu currículo em algumas empresas. –Essa era a forma de Alexandrina demonstrar sua preocupação com o patrão, e alivio pelo mesmo ter superado a crise.
-É preciso muito mais para me derrubar. Você já deveria saber disso.  

...

-E então? Não vai perguntar se eu estou melhor esta manhã? –Quis provocá-la, afinal achava gracioso o rosto feminino quando expressava aborrecimento. O que encontrou em Isabella, todavia, foi de encontro ao seu desejo. Sem sequer olhá-lo, com uma expressão indiferente, ela respondeu:
-Para que eu haveria de perguntar? Não me interessa se está bem ou não. –Tratou de ocupar a boca com a sua xícara de café.  

...


-Ah Edward, estou realmente desolado! Minha secretária avisou que você recusou o meu convite para hoje. Sei que foi algo em cima da hora, mas eu contava com a sua presença. –A voz de Aro, simpática como sempre, fez todos os pêlos do corpo de Edward se eriçarem. Queria mandá-lo para o inferno, mas não podia. Precisava ser cauteloso com Aro, mesmo que tivesse todos os motivos para trucidá-lo.
-Eu não estou bem o suficiente para esse evento. Não estou recuperado do... Incidente ocorrido entre eu e Felix. Você deveria saber disso.  

...
  
-Desculpe. –A voz sem nenhuma potencia falou, fazendo o Cullen estacar. Edward virou-se abruptamente, olhando a menina, confuso.
-Por que está se desculpando? –Depois da forma como ele a estava tratando, a última coisa esperada pelo Cullen era um pedido de desculpas da Swan.
Isabella fitou os próprios pés, cobertos minimamente pelo seu hobby de seda salmão. Passou a tarde remoendo o que Angela dissera e relembrando o modo como tratara Edward. Uma parte da arredia menina negava-se ao pedido de desculpas, julgando Edward ser o merecedor de tal tratamento. Bella, todavia, acabou por deixar o seu lado mais humano levar a melhor.

...

“Que contraditória ela é e tão... Intensa!” –Edward pensou. Isabella era um quebra-cabeça difícil de entender e, por algum motivo insondável, Edward queria desvendá-la. Levantou-se da cama mais uma vez.
-Eu tomarei um banho. –Não ordenou que Bella permanecesse. Ela poderia ficar ou ir embora. Tocado como estava, Edward não se aborreceria se a menina o rechaçasse essa noite.   

...

-Desta vez quero você de olhos bem abertos. –Murmurou o Cullen no ouvido da menina, mordiscando-o enquanto deitava-se sobre a Swan. E ela apenas negou o pedido com a cabeça, ainda com os olhos bem fechados.
Edward precisava ser astuto, como fora quando a menina ficou em estado catatônico após o estupro. Uma ideia rapidamente surgiu na sua mente e tratou de colocá-la em pratica.
-Poderá ver o seu pai novamente se abrir os olhos.  

CONTINUA...

PS: Os melhores reviews do capítulo seis no nyah foram premiados com uma prévia extendida deste capítulo. Aos que enviaram reviews, consultem suas caixas de mensagens. E agradeço imensamente a todos que enviaram sugestões de músicas para mim, tem sido muito útil. Se tudo der certo, sexta-feira eu postarei o capítulo completo. Deixem muitos comentários aqui, por favor.